- CURSO JORGE AMADO 2017 –
VII COLÓQUIO DE LITERATURA BRASILEIRA

A Academia de Letras da Bahia e a Fundação Casa de Jorge Amado promovem o Curso Jorge Amado 2017 – VII Colóquio de Literatura Brasileira nos dias 07 a 10 de novembro deste ano. A ALB, desde 2011 incluiu o referido evento ao seu calendário oficial de cursos.

Horário Academia de Letras da Bahia
17:00

Abertura Oficial

Evelina Hoisel

Presidente da Academia de Letras da Bahia

17:15

Conferência

18:00

Lançamento do livro

Jorge Amado - Dona Flor e seus dois maridos

Horário Academia de Letras da Bahia
14:30

Sessões de comunicações 1 e 2

16:30

Feira de livros

17:00

Mesa Redonda

Florisvaldo Mattos

Academia dos Rebeldes - O salto da modernidade na Bahia dos anos 30

Paulo Miguez

.

17:00

Mesa Redonda

Horário Academia de Letras da Bahia
14:00

Sessões de comunicações 3 e 4

16:40

Feira de Livros

17:00

Mesa Redonda

Antonia Torreão Herrera

Ainda assim, toma seu destino em suas mãos: a Rainha Vashti em linha convergente com Antígona

Cássia Costa Lopes

Elogios da amizade: uma leitura de Myriam Fraga

Evelina Hoisel

A poesia revisitada

Lígia Guimarães Telles

Entre a realidade e o sonho, a ilha

19:00

Lançamento do livro

Horário Fundação Casa de Jorge Amado
16:00

Encerramento / Depoimento

Uaçaí Lopes

Apresentação e lançamento do livro A Flor e a Fraga, de autoria de Uaçaí Lopes pela Editora Mondrongo.

17:00

Encenação

G.E.T.U.S

Encenação pelo grupo teatral da UEFS do drama lirico Rainha Vashti de Myriam Fraga, com direção de Pablo Diego Dias e Souza e Andréa Santos

* Cada sessão de comunicação contará com a apresentação de trabalhos de pesquisadores, previamente inscritos e selecionados, que terão 15 minutos para fazer sua exposição. Ao final, terá início uma sessão de perguntas e respostas.
Evelina Hoisel

Evelina Hoisel

Academia de Letras da Bahia

Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Letras pela Universidade Federal da Bahia (1970) , mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo (1996) . Atualmente é professor titular da Universidade Federal da Bahia, Membro de corpo editorial do Inventário (UFBA), Membro de corpo editorial da Ipotesi (UFJF), Membro de corpo editorial da Revista Outros Sertões, Membro de corpo editorial da Revista Outros Sertões, Membro de corpo editorial da Miscelânia, Membro de corpo editorial da Miscelânia, Membro de comitê assessor da (FAPESB) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia e Membro de corpo editorial da Boletim de Pesquisa NELIC (on-line). Tem experiência na área de Letras , com ênfase em Teoria Literária. Atuando principalmente nos seguintes temas: Literatura e Biografia, Teoria Literária, João Guimarães Rosa, Grande sertão veredas. Fonte: Currículo Lattes
Edilene Mattos

Edilene Mattos

UFBA (Universidade Federal da Bahia)

Edilene Matos é doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Fez Pós-Doutorado em Literatura Brasileira na USP (São Paulo) . Tem Pós-Doutorado em Poéticas da Voz pela Université Paris-Ouest Nanterre La Défense. Foi Professor Doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi, também e por um longo período Diretora do Departamento de Literatura da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Atualmente, é profa. da Universidade Federal da Bahia e Coordenadora do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade, além de Presidente da ABRAVOZ (Associação Brasileira de Pesquisadores da Voz). Publicou dezenas de artigos em periódicos especializados (ex:Uma lição de amigos DO Leitura, SP, 2001; Um canto para Cecília Meirelles ao som do cravo, Revista Ângulo, Lorena, 2001; Comentário à entrevista de Villa-Lobos concedida a Antonio de Alcântara Machado (Villa-Lobos e o Folclore Nacional, SP, DO Leitura, 2001) Possui vários capítulos de livros (ex: La nature comme personnage.Confontation entre Eros et Thanatos. In: Ensayos Semióticos (domínios, modelos y miradas desde el cruce de la naturaleza y la cultura, México, Miguel Angel Porrua ed, 2000 e 8 livros publicados (ex: O boquirroto de megafone e cartola -RJ, Manatti Editora, 2004 -; Castro Alves Imagens fragmentadas de um mito – SP, EDUC/FAPESP, 2000 -; Minelvino Francisco Silva – SP, Hedra, 2000 -Ele, O tal, Cuíca de Santo Amaro – Salvador, Secretaria de Cultura, 1998, Notícias de um boquirroto Possui itens de produção técnica. Participou de vários congressos no Brasil e no exterior. Atua na área de Cultura e Arte,, com ênfase em Cultura Brasileira. Em suas atividades profissionais interagiu com colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos.
Antonia Torreão Herrera

Antonia Torreão Herrera

UFBA (Universidade Federal da Bahia)

Possui graduação em Licenciatura em Letras Vernáculas com Francês pela Universidade Federal da Bahia (1969), graduação em Bacharelado em Letras Vernáculas com Francês pela Universidade Federal da Bahia (1970), Mestrado em Letras pela Universidade Federal da Bahia (1980) e Doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo (1996). Atualmente é Professora Associada da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria literária, crítica literária, literatura comparada, criação literária e escrita criativa, literatura dramática, e teoria e critica. Lidera há mais de dez anos o grupo de pesquisa coletivo O escritor e seus múltiplos: migrações no Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia.
Cássia Costa Lopes

Cássia Costa Lopes

UFBA - Universidade Federal da Bahia

Professora e pesquisadora nas áreas de Letras e Artes Cênicas. Desde 1996, ensina e pesquisa no Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia, onde ocupa o cargo de Professor Associado III, em regime de dedicação exclusiva. Compõe o corpo docente do Setor de Teoria da Literatura e ministra disciplinas na graduação e na Pós-Graduação, com ênfase em Teoria Literária e Literatura Dramática, atuando principalmente nos seguintes temas: dramaturgia, estudos pós-coloniais, artes cênicas, literatura comparada, criação literária e literatura/ música. Possui graduação em Licenciatura em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (1989), mestrado em Letras e Linguística pela Universidade Federal da Bahia (1995). Concluiu o doutorado em novembro de 2007, no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, com estágio de doutoramento realizado na Universidade de Coimbra, sob a orientação do Prof. Dr. Boaventura de Sousa Santos. É autora dos livros " Um olhar na neblina: um encontro com Jorge Luis Borges”, 1999, “Rumor das Horas”, 2009 e “Gilberto Gil: a poética e a política do corpo”. Perspectiva/Coleção Estudos/2012. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) e do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura do Instituto de Letras da UFBA. É membro do conselho editorial da Revista Repertório, dos Cadernos GIPE/CIT e do conselho editorial da EDUFBA. (Fonte : Lattes)
Lígia Guimarães Telles

Lígia Guimarães Telles

UFBA - Universidade Federal da Bahia

Possui graduação em Licenciatura em Letras Vernáculas com Alemão pela Universidade Federal da Bahia (1970), graduação em Bacharelado em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (1975), mestrado em Letras pela Universidade Federal da Bahia (1979) e doutorado em Letras pela Universidade Federal da Bahia (2000). Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária e Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: Judith Grossmann, crítica literária, crítica biográfica, ficção e lírica.
Paulo Dourado

Paulo Dourado

UFBA - Universidade Federal da Bahia

Um diretor cuja atividade é caracterizada pela diversidade de áreas de atuação. Em quase 35 anos de produção artística, foi diretor, roteirista, adaptador, iluminador, cenógrafo, dramaturgo, diretor musical e produtor de um grande número de espetáculos, audiovisuais e eventos. Além disso, é ainda professor da Universidade Federal da Bahia, tendo sido diretor da Escola de Música e Artes Cênicas e da Escola de Teatro da UFBA. Ainda na UFBA, foi Assessor do Reitor para Extensão, Coordenador de Arte e Cultura da UFBA, Coordenador da Tv UFBA e membro de diversos Conselhos Superiores, Comissões e Colegiado de Cursos. Tem participado de várias instituições culturais como o SATED – Sindicato dos Artistas e Técnicos da Bahia (de que é fundador), o Instituto Röerich de Arte/Educação e Cultura da Paz, e a Fundação Casa de Jorge Amado entre outras. Publicou um livro (Manual de Cri-Atividades – 4 edições) e atua como articulista e colaborador em vários periódicos, publicações e outros projetos de arte-educação, teatro e cultura. Seja em dimensão camerística ou épica, o trabalho de Paulo Dourado caracteriza-se, não apenas pela busca de profissionalismo e elaboração artística, mas, sobretudo, por ser um empreendimento cujo objetivo principal é o de incorporar uma função social para a produção artística, enquanto valor relevante e fator de desenvolvimento para as sociedades contemporâneas.
Florisvaldo Mattos

Florisvaldo Mattos

Academia de Letras da Bahia

Florisvaldo Mattos nasceu na zona rural de Uruçuca (então Água Preta, distrito de Ilhéus), no sul do Estado da Bahia, em 1932, e assim, por circunstâncias legais, cidadão ilheense. Realizou seus estudos primários nesta cidade e os secundários Itabuna e Ilhéus, respectivamente nos ginásios da Divina Providência e Municipal, completando-os em Salvador no Colégio Estadual da Bahia. Aprovado no vestibular para a Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, obteve diploma no grau de Bacharel em Direito, em 1958. Neste mesmo ano, iniciou-se na atividade do jornalismo impresso, como profissional, ao integrar a equipe fundadora do Jornal da Bahia, no qual desempenhou, em dois períodos, as funções de repórter, redator e chefe-de-reportagem; atuou no jornal Diário de Notícias, da cadeia dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, no qual exerceu as funções de repórter, colunista e posteriormente editor-chefe, participando inclusive, com Glauber Rocha e Paulo Gil Soares, da edição de seu suplemento literário, o SDN, que teve então importância dentro do processo cultural baiano. Por essa época, entre 1961 e 1968, assumiu o posto de correspondente do Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, sendo elevado a partir daí ao cargo de chefe de sua sucursal na Bahia, exercido até o ano de 1982. Em 1990, a convite do jornalista Jorge Calmon, ingressou no jornal A Tarde, assumindo o posto de editor de seu suplemento Cultural, premiado em 1995 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), no quesito de divulgação cultural, exercendo-o até 2003, quando passou à condição de editor de Opinião e, em seguida, ao cargo de editor-chefe, exercido até fevereiro de 2011, quando se afastou do jornalismo. A partir de 1962, concomitante à atividade de jornalismo, ingressou no magistério superior, no curso de Jornalismo, matriz da futura Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, na qual cursou Mestrado em Ciências Sociais, concluído em 1972, aposentando-se em 1994. Entre 1987 e 1989, exerceu o cargo de presidente da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em depoimento, prestado em setembro de 1981, faz um retrato da Geração Mapa que, da segunda metade da década de 1950 e até meados da de 60, agitou a vida cultural da Bahia, atuando com destaque nas áreas de literatura, cinema, teatro, artes plásticas e jornalismo. “Uma geração a que pertenço com muita honra. Glauber Rocha foi o nosso maior nome. Nossa proposta básica era romper com a inércia cultural de antão, alimentada pelo pensamento conservador vigente, enfim com barreiras que ainda se erguiam para aceitação dos princípios da arte moderna”, afirmava então. Foi também colaborador das revistas Ângulos, editada pela Faculdade de Direito, Mapa e Revista da Bahia, esta uma publicação do Estado da Bahia, entre outras. Foi eleito membro da Academia de Letras da Bahia em 1994, empossado na Cadeira nº 31, em 1995, na vaga do poeta Carvalho Filho. Como poeta e escritor, começou a publicar em jornais e revistas, estaduais e nacionais, participando inclusive de antologias poéticas nacionais, já nos anos 1950, e em livros a partir de 1965. Tem publicado também poesia em antologias internacionais, especialmente de Portugal, Espanha, França e Alemanha. Tem pronunciado palestras sobre temas abrangentes de poesia, literatura, jornalismo e cultura, em reuniões e conclaves promovidos por entidades diversas, entre as quais colégios e faculdades.
Fernanda Paquelet

Fernanda Paquelet

UFBA - Universidade Federal da Bahia

Formou-se em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia e concluiu o mestrado na mesma unidade de ensino, refletindo sobre a formação do ator-produtor. Como atriz fez Noviças Rebeldes, com Direção de Wolf Maya e Estrelas do Orinoco, com Direção de Felipe de Assis que lhe rendeu o Prêmio Braskem de melhor atriz de 2006. No cinema atuou em Pau Brasil de Fernando Belens e Jardim das Folhas Sagradas, de Pola Ribeiro. Como Iluminadora participou do espetáculo A Casa de Bernarda Alba - Prêmio Braskem de melhor espetáculo de 2008, e ministrou oficinas de iniciação a iluminação no Teatro Vila Velha, Gamboa Nova, Espaço Xisto Bahia, Pronatec, Teatro José de Alencar em Fortaleza, dentre outros espaços. Como Diretora responde por Capitães de Areia e Siricotico - Uma Comédia do Balacobaco, e ganhou o prêmio Braskem de Melhor Espetáculo Infantil em 2013 com Barrinho-o menino de barro. Está em seu quarto contrato como Professora Substituta da Escola de Teatro da UFBA, e empenhada na pesquisa que será desenvolvida no Doutorado e que faz uma ponte entre Improvisação Teatral e Improvisação Organizacional. É integrante do Coletivo Quatro - grupo de artistas profissionais que pesquisam e realizam espetáculos e festivais culturais, além de qualificar espaços alternativos para apresentações artísticas, a exemplo da criação do Galpão Wilson Mello no Forte do Barbalho. Fonte: Lattes
Uaçaí Lopes

Uaçaí Lopes

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Uaçaí de Magalhães Lopes nasceu em Feira de Santana (BA) em 1957. Participou ativamente do grupo e das publicações da Revista Hera, publicou: Caminhos (poemas) 1986, Edição do Autor; Digressões Acerca do Conteúdo do Armário, (poemas) 2001, Edições Cordel; O caso da Galinha, 2005 (Série Cordel n.1) Edições Açaí; Era uma vez uma bala, 2006 (Série Cordel n.2) Edições Açaí; Vôo do Assanhaço, (haicais) 2012 Edições Açaí; Haicontos, (mini-contos) 2012, Edições Açaí.
G.E.T.U.S

G.E.T.U.S

UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana

Grupo Experimental de Teatro da UEFS
Paulo Miguez

Paulo Miguez

UFBA - Universidade Federal da Bahia

Vice-Reitor da Universidade Federal da Bahia para o quadriênio 2014-2018. Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (1979), mestre em Administração (UFBA, 1995) e doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas (UFBA, 2002). É professor Associado do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA e professor permanente do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), do qual foi coordenador entre 2010 e 2012, e pesquisador do CULT - Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (UFBA). Foi Assessor Especial do Ministro Gilberto Gil e Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, de 2003 a 2005, e membro do Conselho Estadual de Cultura da Bahia, entre 2009 e 2011. Principais áreas de interesse: estudos socioeconômicos da cultura; políticas culturais; e estudos da festa, com ênfase no carnaval. Fonte: Lattes